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nosso diário de viagem

11MAR2014

De cenote em cenote‏

MÉXICO
De cenote em cenote‏

Depois de Campeche visitamos dois Cenotes, ambos lindos, dentro de cavernas. No segundo, havia espaço para camping e ficamos ai.

A água lembra os rios que correm por dentro de nossas cavernas. No teto estalactites se incumbem de dar ao ambiente, iluminado por poucas luzes artificiais um espetáculo de rara beleza.

A água, cristalina e transparente, deixa ver o fundo da gruta a uns dois metros ou mais de profundidade. Pode-se ficar horas aí a contemplar a história ocorrida centenas de anos atrás. Dentro da água, alheio ao movimento externo, bagres vermelhos e cegos nadam entre as pedras. Pode-se passear por dentro da caverna submersa, nadando é claro. A água fresca e doce toca o corpo cansado do sol refrescando-o. Pisar as águas consideradas sagradas para o povo Maia é uma experiência incrível.

No Brasil, na Chapada Diamantina, Bahia, há grutas de incrível beleza, similares aos cenotes mexicanos.

No México há dezenas de sítios arqueológicos, lindas ruínas deixadas pela cultura Maia. Não dispomos de dinheiro para conhecer tudo o que o país nos oferece, por isso, escolhemos conhecer os cenotes próximos de Chichen-Itsá e três sítios arqueológicos entre eles, Chichen Itsá, Tolúm e as pirâmides astecas.

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