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nosso diário de viagem

02FEV2014

Enfim na América Central‏

PANAMA
Enfim na América Central‏

Depois de mochilar por Miami, conviver alguns dias com nossos amigos Paulo Rollo e Jeane Look, alugar um quarto no camarim do artista plástico Pedro Lázaro, chegamos ao Panamá num vôo da Spirit que nos custou $152,00. Éramos outra vez estrangeiros.

O saguão-dormitório
Nem nós, nem Benjamin (nosso amigo suíço) havíamos reservado hospedagem na Cidade do Panamá... Desse modo, nos ajeitamos num cantinho do andar superior do Aeroporto Internacional esperando que a madrugada acordasse o dia. Trazer para a vida real um breve momento do filme O Terminal não foi exclusividade nossa, outros viajantes chegados da Europa, China, Brasil também se ajeitavam ali.

Enfim na América Central‏ Enfim na América Central‏ Enfim na América Central‏

No saguão-dormitório encontramos uma estudante brasileira que terminava sua viagem pelo país e aguardava o horário de seu vôo. Ela nos deu dicas de Hostels e como circular de ônibus pela cidade.

O dia amanheceu era tempo de deixar o aeroporto e aproveitar a cidade, mas...
Para deixar o aeroporto se estiver sem carro a alternativa que lhe oferecem é o táxi. No terminal o serviço não é necessariamente cobrado pela distância percorrida, mas pelo número de viajantes que ocupam o veículo. Desse modo, nosso táxi custaria aproximadamente U$ 30,00. Dinheiro que não tínhamos.

Buscamos alternativas: negociar com carros-transfer, o que não deu em nada; tentar corridas com menor custo, também sem sucesso. Por fim, decidimos caminhar 10 minutos até uma parada de ônibus e pagar para alguém passar o cartão-viagem prá gente. Isso mesmo, aqui só é possível andar de ônibus com uma tarjeta própria. No aeroporto não há como comprá-la.

Anjo do caminho
Um jovem indiano que fazia o mesmo percurso se ofereceu para passar sua tarjeta sem nenhum custo, pois o ônibus custaria 0,25 centavos de dólar. Pasme! É isso mesmo. Ônibus na Cidade do Panamá tem baixo custo, mas se tomar um bus cuja rota segue pelo Corredor Sul, pagará 1,95 dólar. Neste caso, se estiver com mais de uma pessoa, compensa tomar táxi porque, depois que deixa o aeroporto, o serviço de táxi se torna estranhamente muito barato.

Depois do passeio de ônibus...

Estávamos bem carregados, cada um de nós com uma mochila nas costas e outra bolsa de mão, todas no limite de peso permitido pela Spirit.
Andamos de hostel em hostel até encontrarmos um com bom preço. Ficamos hospedados na Casa Areka, em Punta Pacífica, muito bem localizado. Aí estivemos 3 noites esperando que o navio ancorasse em Colón.

Sobre a experiência de mochilar
Foi muito legal pois fizemos isso em companhia de Benjamin que é muito experiente neste tipo de viagem. Aprendemos muito nos dias em que estivemos sem a Alice e de mochila nas costas.

Enfim na América Central‏

Primeiras impressões sobre o Panamá

Bem, o Panamá não é um pais preocupado com turismo, pelo menos é esta a impressão que se tem. Talvez por conviverem muito tempo com os Estados Unidos controlando o Canal do Panamá, se tornaram um tanto pragmáticos. Não são calorosos, nem esbanjam sorrisos. As coisas são o que são e ponto. Mas por outro lado são atentos, generosos e fraternos. Um paradoxo.

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