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nosso diário de viagem

10MAR2014

Um mergulho nas águas subterrâneas da cultura Maia‏

MÉXICO
Um mergulho nas águas subterrâneas da cultura Maia‏

A Península de Yucatán quase não possui rios de água doce, mas tem uma infinidade de poços e rios subterrâneos conhecidos como cenotes.

Os cenotes são antigas formações geológicas por onde correm rios subterrâneos e poças cristalinas escondidas durante milhões de anos no mais profundo da selva do sudeste do México.

A cultura Maia floresceu graças à existência dos cenotes que foram sua fonte de água e recintos sagrados onde veneravam à natureza e celebravam agradecidos seus deuses.

Também criam que eram a porta de entrada a Xibalbá ou “infra-mundo” onde descansavam os deuses da chuva e por isso os consideravam lugares sagrados.

Atualmente são mais de 1200 cenotes abertos para a visitação, banho e mergulho. Dá para fazer uma viagem só conhecendo e experimentando o doce frescor dos cenotes que coexistem próximos da costa caribenha.

Visitamos nosso primeiro cenote perto da cidade de Mérida, capital do departamento.
Um vilarejo, abriga um restaurante abriga que tem como propriedade uma gruta subterrânea de entrada estreita, mas quando se está dentro da caverna, uau! É de uma beleza de perder o fôlego. A água cristalina e fria convida o corpo extenuado pelo calor a lançar-se sem medo nos abismos de água profunda, dando a falsa impressão de que o fundo é logo ali... Peixes cegos nadam entre as pedras e morcegos cruzam o lugar em vôos altos e ligeiros, quase imperceptível.

A gente tem vontade de calar para ouvir a água gotejar das estalactites... O silêncio, a beleza e a doçura do lugar remete a tempos longínquos... A experiência é fascinante, altamente recomendável.

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